Acerca do sistema de pós-graduação brasileiro
O artigo do ex-reitor da Universidade Federal da Bahia, Naomar de Almeida Filho, "Pós-Graduação Nova no Brasil", publicado na Folha de S.Paulo (12/11/2010) e reproduzido pelo Jornal da Ciência da SBPC, em que defende a necessidade de reinventar o sistema de pós-graduação brasileiro, vem suscitando debates acalorados em diversas listas de discussão no país ao longo das últimas semanas. Entre os comentadores da proposta feita pelo ex-reitor da UFBA, está o professor Marcos Palacios, atualmente em estágio pós-doutoral na Universidade da Beira Interior, Portugal, que publicou o artigo "Pós-Graduação Nova no Brasil: uma resposta a Naomar de Almeida Filho", primeiro na lista de docentes da Associação de Docentes da UFBA e depois na lista da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) – ver ambos artigos abaixo. Na condição de ex-aluno de programas de pós-graduação brasileiros e europeus, uma vez que fiz mestrado na UFRJ, e conclui mestrado e doutorado na Espanha, entre 1996-2000, antes da entrada em vigor do Tratado de Bolonha, gostaria de acrescentar algumas questões a este debate.
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